O governo não vai admitir até chegar os 44 minutos do segundo tempo, mas não acredita mais que aprove a reforma da Previdência. E agora começa a criar estratégias para enfrentar o dia seguinte.

 

O mais importante, na visão do Planalto, é desmontar a armadilha que criou ao bater pesado na tecla de que o mundo ia acabar se a reforma não passasse.

 

O medo é que fique a impressão que o próprio governo vá acabar de fato depois da derrota.

 

Fonte: O Globo / Lauro Jardim